segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

IBRECEM 2011

23 DE JANEIRO

Pr.Charles Bronson

SÉRIE: As GRANDES mensagens dos profetas MENORES!

HABACUQUE: Aprendendo a viver pela fé!

Apresentando o livro e sua lição geral:

Este livro, junto com outros 11 livros do AT, forma um grupo dos chamados profetas menores.

O profeta, no tempo antigo, era usado por Deus como ministro/mensageiro/ instrumento, para repassar ao povo uma determinada mensagem.

O ministério de Habacuque foi aos judeus de Judá, anos antes da invasão liderada por Nabucodonosor, que fez o povo de Deus cativo na Babilônia.

Ao conhecermos melhor o tempo em que Habacuque ministrou, suas inquietações pessoais e o que Deus falou, aprenderemos muitas lições.

Uma lição geral: Deus não está chamando para entender os detalhes da promessa, mas a viver pela fé.

Desenvolvimento:

Cap.1 – O que o homem (Habacuque) não entendia:

Vs.1:1 – “Sentença” – Algo ruim iria acontecer e Deus revelou à Habacuque.

Vs.2-4 – A primeira coisa que o homem não entendia: Por que Deus estava permitindo que tanta coisa ruim continuasse acontecer entre o povo de Judá?

“violência...iniquidade...opressão...destruição...contendas...justiça distorcida...” - Tudo isto aconteceu durante o governo de um filho que sucedeu o pai, mas enquanto o pai governou bem, seu filho fez o contrário. Outro profeta falou como foi esse tempo – Jr. 22:15-18.

Habacuque questiona a Deus até quando o povo de Judá iria viver sob tal condição.

Nesse primeiro problema, temos só a perspectiva do homem: se Deus é bom e justo para com seu povo, porque tanta coisa ruim está acontecendo? O que Deus está fazendo enquanto os homens estão prevalecendo com tanta maldade?

Vs.5-11 - Primeira resposta: Entendendo a perspectiva de Deus:

Vs.5 – “... porque realizo, em vossos dias, obra tal...” – Habacuque, preste atenção, Deus está fazendo alguma coisa sim!

(1ª LIÇÃO): Deus não está indiferente (1:5), mas as coisas não mudam, então percebemos que nós é que precisamos mudar.

O problema não está em Deus, mas pode ser nossa própria vontade/perspectiva, porque Habacuque não esperava esse tipo de resposta. Deus está no controle, mesmo que a nossa perspectiva não esteja vendo. Mesmo que não esteja fazendo aquilo que nós queremos!

“O Senhor fez todas as coisas para determinados fins e até o perverso, para o dia da calamidade” (Pv.16:4).

“Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!”.

(Rm. 11:33b).

Vs.6,7,9 – Deus revelou a Habacuque que a situação de Judá iria mudar. Mas não como Habacuque esperava.

Provavelmente o homem (Habacuque) queria que Deus levantasse um governante justo como foi Josias, o pai de Jeoaquim e as coisas voltassem à ordem em Judá. Para sua frustração, os planos de Deus eram bem diferentes: usar o império babilônio (caldeus –vs.6), povo temido pela crueldade (vs.7), para invadir, dominar e levar o povo de Judá preso para Babilônia.

E porque Deus faria isso? Resposta: disciplinando os judeus. O povo de Judá teve 40 anos de oportunidade para reconhecer seus pecados através das pregações do profeta Jeremias – (Jr.2:4-5,19)

(2ª LIÇÃO): O juízo aplicado por Deus, cedo ou tarde, nunca é injusto.

Deus sempre deu oportunidade do homem se arrepender e viver para Ele. No NT, encontramos a história sobre aquele homem Enquanto sofria no inferno, o rico que recusou a mensagem de salvação, pediu a Deus que mandasse Lázaro evangelizar seus 5 irmãos, ao que Abraão respondeu: “Eles têm Moisés e os profetas, ouçam-nos”. (Lc.16:27-29).

Vs.12-2:1 - Segunda coisa que o homem não entendia: Por que Deus usará uma nação ímpia para castigar Judá (povo escolhido, judeus)?

Sofrer uma derrota já é uma vergonha, ser derrotado pelo grande inimigo é uma humilhação.

Habacuque agora está inconformado porque Deus resolveu disciplinar os judeus, usando logo os babilônios (idólatras, perversos, desobedientes as leis de Deus, etc)... (vs.13b).

O ditado popular diz que “Deus escreve certo, por linhas tortas”. O pastor inglês Charles Spurgeon, disse algo mais bíblico: "Deus escreve com uma tinta que nunca borra, fala com uma língua que nunca erra, age com uma mão que nunca falha!"

Conhecimento de Deus era o que não faltava em Habacuque. Ele nos dá uma lista de atributos de Deus, de uma correta teologia: “... és tu desde a eternidade... meu Santo... disciplina...tão puro de olhos...”. Habacuque conhecia a Deus muito bem, só não estava entendendo porque Ele estava decidindo fazer as coisas daquele jeito.

Cap.2: Segunda resposta: Entendendo o que Deus vai fazer:

1ª parte – vs.2-5:

A grande declaração do livro de Habacuque está aqui (vs.4). Mas tem dois verbos, no tempo imperativo, ou seja, indicando ordens, mostrando o que envolve viver pela fé. São as palavras “Escreve” (vs.2) e “espera-o” (vs.3).

Deus respondeu a segunda inquietação de Habacuque dando a ele responsabilidades: faça e confie.

(3ª LIÇÃO): Não espere entender tudo, para poder fazer tudo aquilo que Deus ordenar.

“Muitas das grandes realizações do mundo foram feitas por homens cansados e desanimados que continuaram trabalhando” (Kléber Novartes, poeta).

2ª parte – vs.6-20:

Ao disciplinar o povo de Judá, usando os de Babilônia, Deus não deixaria de lado as injustiças dos de Nabucodonosor. Dos versos 6-19, temos identificou 5 “Ais”, ou motivos que levariam os babilônicos, também a punição:

Vs.6-8 – “Ai” do egoísmo; vs. 9-11 - “Ai” da ganância; vs.12-14 – “Ai” da exploração; vs.15-17 – “Ai” do alcoolismo e imoralidade e por último o “Ai” da idolatria – vs.18-20.

Deus finaliza sua sentença contra Judá e Babilônia com as palavras – vs.20.

Uma ordem enérgica, que deve ter doído em Habacuque que gastou tanta energia, querendo entender o porquê de toda aquela situação.

Cap.3 - Marcas de uma vida pela fé:

Vs. 1- 3 – O livro vai terminar com um novo começo na vida de Habacuque: aprendendo a viver pela fé.

A marca da oração! Louvando a Deus por quem Ele é.

Agora Habacuque está na perspectiva correta para a vida: a vontade de Deus. Procure entender a Deus e viverá bem (não necessariamente no aspecto material e físico), em dias maus.

Vs. 4-7 – Aquele homem cheio de perguntas e inquietações, agora quer descrever o poder de Deus, louvando-O.

VS. 8-16 – Agora Habacuque entendia os propósitos de Deus. O ponto mais alto dessa sessão está na declaração: “... em silêncio, devo esperar...” – Comp. Hb.11:1a. Marcas de uma vida pela fé.

Esquecemos muito do que Deus já fez, porque gastamos muito tempo lembrando daquilo que desejamos que Ele fizesse!

Vs. 17-19 – Muitas vezes, não são as circunstâncias que precisam mudar, mas sim nossas expectativas.

Calamidade e injustiça ainda estavam diante dos olhos de Habacuque, mas depois que considerou as respostas de Deus, não eram mais a sua visão que prevalecia, e sim, o que Deus falou. O que pode estar faltando para você viver pela fé? Parar de olhar as circunstâncias e passar a ouvir atentamente a Deus!

(3:16-19) – Se olhar para a situação, você se revolta/inquieto, se olhar para si, verá medo e insatisfação, mas, só quando olhar para Deus, terá condições de ter fé!

( 4ª LIÇÃO): “Quando a fidelidade se torna difícil, aí é que ela é mais necessária”. (C.H.Spurgeon)

Vs.16 – “Quando trabalhamos, nós trabalhamos. Quando oramos, Deus trabalha”. (Hudson Taylor – missionário inglês que viveu na China por 51 anos. A sociedade que ele iniciou foi responsável pelo envio de mais de 800 missionários ao país que começaram 125 escolas e diretamente resultou na conversão de 18.000 pessoas).

Comp. Hc.2:13 – Quando Deus mandar esperar, só procure fazer uma coisa: esperar.

Considerações Finais:

A) Nossos problemas/preocupações/inquietações devem ter um destino = a presença de Deus (1:2).

B) O mundo continua sendo cheio de incertezas. Para aprender a viver pela fé, certamente passaremos por provações, em situações que não entenderemos o “porque”, mas Deus continua soberano sobre todas as coisas.

C) Sua vida foi feita para viver a vontade de Deus. Mesmo que você atravesse os capítulos 1 e 2 de Habacuque (situações difíceis e muitas inquietações, querendo respostas de Deus), o mais importante é assegurar-se de viver o 3 (louvar a Deus e ter uma vida dependente unicamente do Senhor).

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011



INTENÇÃO DE SUSTENTO MISSIONÁRIO

Nós, abaixo especificado, temos o desejo de sustentar o missionário: CARLOS HERON LUNA DE MORAES

Nome da Igreja: ___Igreja Batista Regular Central de Mossoró.

End completo: _Av. Mota Neto, 349. Nova Betânia. Mossoró(RN).

Telefone: ____(84) 8888-0134.

Endereço eletrônico: [e-mail] chbronson_1@yahoo.com.br

Pastor Titular: __Pr.Charles Bronson
Telefone: __(84)_ 8888-0134

Nosso sustento inicial será de: R$ 125,00 / mês

Faremos a remessa financeira através de:

a. Depósito em conta corrente específica para o missionário _X_

b. Transferência Financeira eletrônica: ___

b. Entrega dos valores diretamente na tesouraria da Missão: __

Mossoró-RN, 20 de janeiro-2011 – Pr.Charles Bronson Aquino do Nascimento.


Local, data e assinatura:

A intenção de sustento não é um compromisso irrevogável, mas ajuda a Missão no processo de avaliação da capacidade de manter o missionário no campo. Desse modo, é muito importante para a Missão receber com antecedência, através de carta ou correio eletrônico, a suspensão de ofertas missionárias previstaS.

Nosso contato:

Av.Dr. José Martins Rodrigues, 155 – Bairro Edson Queiroz

CEP 60811-520 – Fortaleza, Ceará

Telefones:

(85) 3242-9593 – César Pimentel [Tesoureiro]

(85) 3241-4250/8826-5286 – Missão Maranata [Secretaria]

(85) 3241-1103 – Pr.Jenuan Silva Lira [Diretor-Presidente]

Endereços eletrônicos:

missãomaranata@gmail.com

cesar-pimentel@hotmail.com [Tesoureiro]

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

RESENHA

Batistas Regulares: um olhar acadêmico

SILVA, Francisco Jean Carlos da. Batistas Regulares: uma abordagem histórico-sociológica.

Natal: EDUFRN, 2006, 122pp.

“Religião não se discute”, assevera o adágio popular. No entanto, tal afirmação não se sustenta diante dos olhares de alguns aventureiros do conhecimento humano. Que o digam as numerosas pesquisas abrangendo a temática religião, tanto no espaço acadêmico nacional quanto o estrangeiro.

O livro Batistas Regulares: uma abordagem histórico-sociológica, de Francisco Jean Carlos da Silva, compõe esse crescente acervo bibliográfico. Seridoense de Santa Cruz/RN, Jean Carlos passou a viver na capital potiguar onde se licenciou em Pedagogia (UFRN), tornou-se bacharel em Teologia pelo Seminário e Instituto Batista Bereiano e concluiu Mestrado em Ciências Sociais, também na UFRN. Atualmente, doutorando em Educação, leciona na Universidade Estadual Vale do Acaraú, edita a revista Fundamentos da Fé, além de ser pastor da IBR da Candelária, Natal/RN.

Sabemos que outros pesquisadores já se aventuraram para construir um saber histórico acerca dos Batistas Regulares, seja numa pesquisa de abrangência nacional ou limitada ao espaço potiguar. Como exemplo do primeiro, está o trabalho do pastor paraibano, graduado em História, Jaime A. Lima, com o livro Que povo é esse? História dos Batistas Regulares no Brasil (Ed. Batista Regular, 1997). Nessa obra, Jaime Lima identifica e alista nomes, datas, lugares e memórias para elaborar trajetórias de origens, desenvolvimento e consolidação dos trabalhos Batistas Regulares em diversos tempo e espaços. Representante das pesquisas em nível estadual citamos o livro do pastor potiguar Sebastião Tenório Rocha que, em Os Batistas Regulares no RN: lutas e vitórias (2ª ed.,2006), compila extensa documentação e fontes históricas (fotos, registros, ofícios, cartas, estatutos, etc) referentes as ações humanas desse grupo eclesiástico no Rio Grande do Norte.

Sendo assim, o que diferencia a dissertação de Jean Carlos dos demais trabalhos citados? Ora, por tratar-se de um trabalho elaborado sob orientação de uma pós-graduação acadêmica (mestrado), encontramos aspectos e abordagens diferenciadas, principalmente pelo suporte teórico sobre o qual o autor desenvolve a dissertação.

Na construção textual, Jean Carlos, valeu-se de múltiplas fontes e métodos de pesquisa, tais como: entrevistas, questionários, análises bibliográfica e documental, fundamentando a dissertação em seu caráter acadêmico.

De modo que, no primeiro capítulo apresenta, em síntese, a trajetória histórica dos Batistas Regulares na Inglaterra, EUA, até a chegada ao Brasil. Lugares, sujeitos e memórias compõem esse panorama histórico que vai sendo construído pelo autor.

Os diálogos com outros autores e obras, ganham espaço no segundo capítulo, onde Jean Carlos discute a relação dos Batistas Regulares com o fundamentalismo protestante. Aqui, encontramos relevantes leituras de teóricos da temática, a saber, Karen Armstrong, Zygmunt Bauman, George Marsden e Ricardo Gondim. Não deixando ausentes pensamentos dos clássicos de Immanuel Kant e Friedrich Hegel.

Aprendemos com Jean Carlos o exercício acadêmico da problematização de reflexões acerca da relação entre espiritualidade, valores humanos e compreensão de mundo neste início de século. Estimulando o leitor, membro ou não de uma igreja Batista Regular, a pensar o que é ser desse grupo e como o mesmo se faz diante da configuração do quadro religioso contemporâneo.

No terceiro capítulo, o pesquisador parte para a análise do conceito de modernidade, num enfoque que busca a compreensão acerca da postura dos Batistas Regulares diante desse momento particular do pensamento e prática social, provocando o leitor ao afirmar que, talvez os Batistas Regulares, em certo sentido, tenham adotado um tipo de asceticismo cristão que penetra exatamente numa prática meticulosa, amoldando-se a uma vida racional que pode tornar a espiritualidade fria e calculista[...] diferente do cristianismo em sua manifestação primitiva.

É no quarto e último capítulo que está mais uma particularidade do trabalho de Jean Carlos nessa dissertação, nos mostrando as tensões entre os Batistas Regulares, através das abordagens aos conceitos de Núcleo Duro, Baixa Complexidade e Rito, tendo como suporte teórico os pensamentos de Edgar Morin e Aldo Terrin, acompanhados da leitura e interpretação de dados estatísticos referentes à presença do grupo no Rio Grande do Norte.

Espero que esta breve resenha possa conduzi-lo(a), sem demora, a leitura de Batistas Regulares: uma abordagem histórico-sociológica, beneficiando-se da leitura de uma obra assentada em sólida argumentação teórica, mas de exposição agradável, repleta de exemplos, constituindo-se num marco das pesquisas nessa temática.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

ASSISTINDO AO BBB – vamos dar uma “pensadinha”.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Os versos do cordelista baiano Antônio Barreto já seriam suficientes para representar que, de fato, qualquer cidadão que se preza, deve rejeitar e não assistir ao BBB.

Mas vamos pensar sobre a audiência “evangélica” (ou dos crentes), ao BBB.

Você, Deus e o BBB! O que tem no BBB e o que a Bíblia afirma?

No BBB tem homossexualismo com total aprovação.

Na Bíblia: “Por isso Deus os abandonou às paixões infames... E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza...” (Romanos 1:26-27). “Mas, infelizmente, quando as pessoas se recusam a reconhecer a pecaminosidade do homossexualismo — chamando o mal bem e o bem, mal (Is 5.20), elas o fazem em prejuízo de muitas almas e, talvez, de si mesmas”. (Pr.John McArthur Jr).

No BBB tem lascívia (propensão para a sensualidade).

Na Bíblia: “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia ...” (Gálatas 5:19).

“Que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo, em santificação e honra; Não com o desejo de lascívia, como os gentios, que não conhecem a Deus”. (I Tessalonicenses 4:4-5).

No BBB tem carnalidade plena e tratada com naturalidade.

Na Bíblia: “Digo porém, andai em Espírito, e jamais satisfareis à vontade da carne” (Gálatas 5:16).

“Amados, peço-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das vontades carnais que combatem contra a alma”. (I Pedro 2:11).

No BBB tem prostituição.

Na Bíblia: “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição” (I Tessalonicenses 4:3).

“Fazei morrer a vossa natureza terrena: a prostituição, a impureza...” (Colossenses 3:5).

No BBB tem ambição por dinheiro.

Na Bíblia: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males...” (I Timóteo 6:10).

No BBB tem baixaria.

Na Bíblia: “Abstende-vos de toda a aparência do mal”. (I Tessalonicenses 5:22).

“Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós...” (Efésios 4:31).

No programa os participantes são apresentados como “Heróis do BBB”.

A vida dessas pessoas se assemelha a vida daqueles que estão citados como heróis em Hebreus. 11, aos olhos de Deus?

Certo pastor relatou que: Outro dia eu, conversando com uma adolescente, notei que ela já conhecia todos os personagens do BBB. Aí eu perguntei: "E os heróis da Bíblia, você conhece algum?”

Certamente a lista do que tem no BBB pode ser estendida...

Quero prosseguir com algumas perguntas para reflexão:

"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam." (I Co 10.23) Pergunta: Assistir e acompanhar o BBB edifica?

"Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele." (1 Jo 2.15) - Pergunta: BBB é divino ou mundano?

De que maneira você será uma benção como crente, misturando guardar a Palavra com assistir ao BBB? Como será um obreiro aprovado, não reprovando o BBB? De que maneira guardará puro o seu caminho, enchendo sua mente do que acontece entre os participantes do BBB? Conseguirá observar a Palavra e ser fiel praticante, não somente ouvinte, sem negar-se a assistir ao BBB? Como permanecerá no Senhor dando frutos, se continua enchendo a mente e gastando tempo com o BBB?

Concluo voltando a outros versos do cordelista baiano que também disse:

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

“Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que meus filhos andam na verdade”, disse o crente João (III Jo.4).

Não seja um dos crentes que ouviria do próprio Senhor Jesus:

“Tenho grande tristeza, a de ver que até alguns crentes andam assistindo ao BBB”.

Pr.Charles Bronson

26 de março – 2010.