segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

RESENHA

Batistas Regulares: um olhar acadêmico

SILVA, Francisco Jean Carlos da. Batistas Regulares: uma abordagem histórico-sociológica.

Natal: EDUFRN, 2006, 122pp.

“Religião não se discute”, assevera o adágio popular. No entanto, tal afirmação não se sustenta diante dos olhares de alguns aventureiros do conhecimento humano. Que o digam as numerosas pesquisas abrangendo a temática religião, tanto no espaço acadêmico nacional quanto o estrangeiro.

O livro Batistas Regulares: uma abordagem histórico-sociológica, de Francisco Jean Carlos da Silva, compõe esse crescente acervo bibliográfico. Seridoense de Santa Cruz/RN, Jean Carlos passou a viver na capital potiguar onde se licenciou em Pedagogia (UFRN), tornou-se bacharel em Teologia pelo Seminário e Instituto Batista Bereiano e concluiu Mestrado em Ciências Sociais, também na UFRN. Atualmente, doutorando em Educação, leciona na Universidade Estadual Vale do Acaraú, edita a revista Fundamentos da Fé, além de ser pastor da IBR da Candelária, Natal/RN.

Sabemos que outros pesquisadores já se aventuraram para construir um saber histórico acerca dos Batistas Regulares, seja numa pesquisa de abrangência nacional ou limitada ao espaço potiguar. Como exemplo do primeiro, está o trabalho do pastor paraibano, graduado em História, Jaime A. Lima, com o livro Que povo é esse? História dos Batistas Regulares no Brasil (Ed. Batista Regular, 1997). Nessa obra, Jaime Lima identifica e alista nomes, datas, lugares e memórias para elaborar trajetórias de origens, desenvolvimento e consolidação dos trabalhos Batistas Regulares em diversos tempo e espaços. Representante das pesquisas em nível estadual citamos o livro do pastor potiguar Sebastião Tenório Rocha que, em Os Batistas Regulares no RN: lutas e vitórias (2ª ed.,2006), compila extensa documentação e fontes históricas (fotos, registros, ofícios, cartas, estatutos, etc) referentes as ações humanas desse grupo eclesiástico no Rio Grande do Norte.

Sendo assim, o que diferencia a dissertação de Jean Carlos dos demais trabalhos citados? Ora, por tratar-se de um trabalho elaborado sob orientação de uma pós-graduação acadêmica (mestrado), encontramos aspectos e abordagens diferenciadas, principalmente pelo suporte teórico sobre o qual o autor desenvolve a dissertação.

Na construção textual, Jean Carlos, valeu-se de múltiplas fontes e métodos de pesquisa, tais como: entrevistas, questionários, análises bibliográfica e documental, fundamentando a dissertação em seu caráter acadêmico.

De modo que, no primeiro capítulo apresenta, em síntese, a trajetória histórica dos Batistas Regulares na Inglaterra, EUA, até a chegada ao Brasil. Lugares, sujeitos e memórias compõem esse panorama histórico que vai sendo construído pelo autor.

Os diálogos com outros autores e obras, ganham espaço no segundo capítulo, onde Jean Carlos discute a relação dos Batistas Regulares com o fundamentalismo protestante. Aqui, encontramos relevantes leituras de teóricos da temática, a saber, Karen Armstrong, Zygmunt Bauman, George Marsden e Ricardo Gondim. Não deixando ausentes pensamentos dos clássicos de Immanuel Kant e Friedrich Hegel.

Aprendemos com Jean Carlos o exercício acadêmico da problematização de reflexões acerca da relação entre espiritualidade, valores humanos e compreensão de mundo neste início de século. Estimulando o leitor, membro ou não de uma igreja Batista Regular, a pensar o que é ser desse grupo e como o mesmo se faz diante da configuração do quadro religioso contemporâneo.

No terceiro capítulo, o pesquisador parte para a análise do conceito de modernidade, num enfoque que busca a compreensão acerca da postura dos Batistas Regulares diante desse momento particular do pensamento e prática social, provocando o leitor ao afirmar que, talvez os Batistas Regulares, em certo sentido, tenham adotado um tipo de asceticismo cristão que penetra exatamente numa prática meticulosa, amoldando-se a uma vida racional que pode tornar a espiritualidade fria e calculista[...] diferente do cristianismo em sua manifestação primitiva.

É no quarto e último capítulo que está mais uma particularidade do trabalho de Jean Carlos nessa dissertação, nos mostrando as tensões entre os Batistas Regulares, através das abordagens aos conceitos de Núcleo Duro, Baixa Complexidade e Rito, tendo como suporte teórico os pensamentos de Edgar Morin e Aldo Terrin, acompanhados da leitura e interpretação de dados estatísticos referentes à presença do grupo no Rio Grande do Norte.

Espero que esta breve resenha possa conduzi-lo(a), sem demora, a leitura de Batistas Regulares: uma abordagem histórico-sociológica, beneficiando-se da leitura de uma obra assentada em sólida argumentação teórica, mas de exposição agradável, repleta de exemplos, constituindo-se num marco das pesquisas nessa temática.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

ASSISTINDO AO BBB – vamos dar uma “pensadinha”.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Os versos do cordelista baiano Antônio Barreto já seriam suficientes para representar que, de fato, qualquer cidadão que se preza, deve rejeitar e não assistir ao BBB.

Mas vamos pensar sobre a audiência “evangélica” (ou dos crentes), ao BBB.

Você, Deus e o BBB! O que tem no BBB e o que a Bíblia afirma?

No BBB tem homossexualismo com total aprovação.

Na Bíblia: “Por isso Deus os abandonou às paixões infames... E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza...” (Romanos 1:26-27). “Mas, infelizmente, quando as pessoas se recusam a reconhecer a pecaminosidade do homossexualismo — chamando o mal bem e o bem, mal (Is 5.20), elas o fazem em prejuízo de muitas almas e, talvez, de si mesmas”. (Pr.John McArthur Jr).

No BBB tem lascívia (propensão para a sensualidade).

Na Bíblia: “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia ...” (Gálatas 5:19).

“Que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo, em santificação e honra; Não com o desejo de lascívia, como os gentios, que não conhecem a Deus”. (I Tessalonicenses 4:4-5).

No BBB tem carnalidade plena e tratada com naturalidade.

Na Bíblia: “Digo porém, andai em Espírito, e jamais satisfareis à vontade da carne” (Gálatas 5:16).

“Amados, peço-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das vontades carnais que combatem contra a alma”. (I Pedro 2:11).

No BBB tem prostituição.

Na Bíblia: “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição” (I Tessalonicenses 4:3).

“Fazei morrer a vossa natureza terrena: a prostituição, a impureza...” (Colossenses 3:5).

No BBB tem ambição por dinheiro.

Na Bíblia: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males...” (I Timóteo 6:10).

No BBB tem baixaria.

Na Bíblia: “Abstende-vos de toda a aparência do mal”. (I Tessalonicenses 5:22).

“Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós...” (Efésios 4:31).

No programa os participantes são apresentados como “Heróis do BBB”.

A vida dessas pessoas se assemelha a vida daqueles que estão citados como heróis em Hebreus. 11, aos olhos de Deus?

Certo pastor relatou que: Outro dia eu, conversando com uma adolescente, notei que ela já conhecia todos os personagens do BBB. Aí eu perguntei: "E os heróis da Bíblia, você conhece algum?”

Certamente a lista do que tem no BBB pode ser estendida...

Quero prosseguir com algumas perguntas para reflexão:

"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam." (I Co 10.23) Pergunta: Assistir e acompanhar o BBB edifica?

"Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele." (1 Jo 2.15) - Pergunta: BBB é divino ou mundano?

De que maneira você será uma benção como crente, misturando guardar a Palavra com assistir ao BBB? Como será um obreiro aprovado, não reprovando o BBB? De que maneira guardará puro o seu caminho, enchendo sua mente do que acontece entre os participantes do BBB? Conseguirá observar a Palavra e ser fiel praticante, não somente ouvinte, sem negar-se a assistir ao BBB? Como permanecerá no Senhor dando frutos, se continua enchendo a mente e gastando tempo com o BBB?

Concluo voltando a outros versos do cordelista baiano que também disse:

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

“Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que meus filhos andam na verdade”, disse o crente João (III Jo.4).

Não seja um dos crentes que ouviria do próprio Senhor Jesus:

“Tenho grande tristeza, a de ver que até alguns crentes andam assistindo ao BBB”.

Pr.Charles Bronson

26 de março – 2010.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

SANTIDADE NO VIVER

“Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra cousa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”

(I Co.10:31).

Um dos maiores empecilhos à paz interior, que o crente encontra em sua carreira cristã, é o hábito bastante comum de dividirmos nossa vida em duas áreas, a sagrada e a secular. Se aceitarmos que essas áreas existem à parte uma da outra, e que são moral e espiritualmente incompatíveis, e se, a despeito disso, somos obrigados, pelas necessidades da própria existência, a cruzarmos e entrecruzarmos constantemente uma área com a outra, nossa unidade interior tende a se desfazer, e passamos a ter uma vida dividida, em lugar de uma vida unificada.

Esse problema se origina do fato de que nós, que seguimos a Cristo, habitamos em dois mundos ao mesmo tempo, o espiritual e o natural. Na qualidade de filhos de Adão, vivemos na terra sujeitos às limitações da carne e às fraquezas e males herdados pela natureza humana. O simples fato de viver entre os homens requer de nós anos de trabalho árduo, e muitos cuidados e atenções para com as coisas deste mundo. Em violento contraste com isso temos a vida do espírito. Ali desfrutamos de outra espécie de vida, uma vida superior; somos filhos de Deus; temos uma posição celestial e usufruímos de comunhão íntima com Cristo.

Isso tende a dividir toda a nossa existência em duas dimensões. Inconscientemente passamos a reconhecer duas modalidades de procedimento. A primeira, nós assumimos num certo sentimento de satisfação e a firmeza de que é agradável a Deus. Trata-se do nosso comportamento religioso e geralmente associamos a ele a oração, a leitura da Bíblia, o cântico de hinos, a freqüência à igreja e outros atos semelhantes, diretamente originados da fé. Estas ações e atitudes podem ser conhecidas por não terem relação direta com este mundo, em si mesmas, e, não fariam sentido, não fosse a fé nos revelar a existência de um outro mundo – “um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus” (II Co.5:1).

Em contraposição a essa atitude religiosa está o nosso comportamento diante das ações seculares. Elas abrangem todas as atividades comuns da vida, das quais participamos juntamente com todos: comer, dormir, trabalhar, cuidar das necessidades do corpo e realizar todas as rotineiras e triviais responsabilidades terrenas. Geralmente é com relutância que nos ocupamos delas, e com muitas apreensões, quase sempre desculpando-nos diante de Deus por aquilo que consideramos um desperdício de tempo e energias. O resultado disso é que nos sentimos intranqüilos a maior parte do tempo. Atiramo-nos às nossas tarefas diárias com um sentimento de profunda frustração, afirmando a nós mesmos, intimamente, que chegará um dia, quando deixaremos para trás essa casca terrena e não mais nos incomodaremos com as questões deste mundo.

Essa é a antiqüíssima antítese sacro-secular. A maioria dos crentes se embaraça nela. Não conseguem um ajustamento satisfatório entre as reivindicações opostas desses dois mundos. Procuram se equilibrar nessa corda bamba, e não acham paz nem em um, nem em outro. Suas forças ficam então reduzidas, sua perspectiva, confusa, e toda a alegria lhes é arrebatada.

(...)

A exortação de Paulo, no sentido de que tudo façamos para a “glória de Deus” (I Co.10:31), não é apenas idealismo religioso. É parte integrante da revelação de Deus ao homem, e precisa ser aceita como sendo a Palavra da verdade. Abre-se diante de nós a possibilidade de que todas as nossas ações sejam para a glória de Deus. A fim de que não tivéssemos dúvidas em aplicar essa verdade a todas as coisas, Paulo menciona especificamente o comer e o beber. Esse pequeno privilégio nós partilhamos com os animais irracionais, que não são eternos. Se até as humildes ações instintivas dos animais podem ser realizadas de maneira a honrar a Deus, então é difícil imaginar uma atividade humana que não possa ser executada desta forma.

(...)

O Novo Testamento aceita como realidade o fato de que Jesus Cristo, quando se encarnou, tomou para si um corpo humano de verdade, e não procura rodeios para evitar as francas implicações desse fato. Cristo viveu nesse corpo, entre os homens, nesta terra, e, no entanto, jamais cometeu uma ação impura. Sua presença, em carne humana, dissipa de uma vez por todas a noção falsa de que existe algo na própria natureza do corpo humano que seja ofensivo à divindade. Foi Deus quem criou o nosso corpo, e não estamos ofendendo a Ele quando reconhecemos sua responsabilidade nessa criação. Deus não se envergonha das obras de suas próprias mãos.

A corrupção, o desregramento e o uso indiscriminado dos nossos instintos humanos – isto é o que deveria fazer-nos envergonhados, e muito. As ações praticadas pelo corpo, quando realizadas em pecado e contrárias à natureza, jamais poderão honrar a Deus. Sempre que a nossa vontade introduzir em nossos instintos alguma perversão moral, eles deixarão de ser naturais e puros, como Deus os criou; em vez disso serão apetites desenfreados e imorais, que nunca podem redundar em glória para o seu criador.

(...)

Só podemos enfrentar essa situação com êxito se exercitarmos uma fé robusta. Precisamos oferecer todas as nossas ações a Deus, confiando que Ele as aceita. Mas, em seguida, é necessário permanecer firme nessa posição e continuar reconhecendo que cada um dos nossos atos, em todos os instantes, deve ser vinculado à entrega que fizemos. Reiteremos perante o Senhor, constantemente, o nosso voto de fazer tudo para sua glória e, durante o dia, em meio às tarefas diárias, elevamos nosso pensamento a Deus em oração, várias vezes. Coloquemos em prática o princípio de fazer de todo trabalho nosso um sacerdócio. Creiamos que Deus toma parte até nas situações mais insignificantes da nossa vida, e aprendamos a reconhecer nelas a sua presença.

(...)

Paulo deu o grito de liberdade, e declarou limpos todos os alimentos, santos todos os dias, sagrados todos os lugares e aceitáveis a Deus todas as ações corretas. A santificação de certos dias e lugares, embora necessária para instruir o povo, era uma noção muito vaga da santidade de Deus e desapareceu diante da plenitude da adoração prestada em espírito.

(...)

Não significa, por exemplo, que tudo que fazemos tem a mesma importância. Um ato realizado por um crente pode ser bastante diferente dos outros, em importância. A atividade do apóstolo Paulo como fabricante de tendas, não teve a mesma importância que o seu trabalho de escrever a epístola aos romanos, por exemplo; mas ambas as coisas foram aceitas pelo Senhor, e ambas foram atos de adoração. Certamente é muito mais importante conduzir uma alma a Cristo do que cuidar de um jardim. Mas o preparo de um jardim pode ser um trabalho tão santo quanto o ato de conquistar uma alma para o Salvador.

Ele não significa também que todos os indivíduos sejam igualmente úteis. Os dons que operam no corpo de Cristo, que é a Igreja, variam muito. Um pregador qualquer não pode ser comparado com Lutero ou com um Wesley, no que toca à sua utilidade individual para a Igreja e o mundo; entretanto, o trabalho do irmão menos dotado é tão santo quanto o do irmão mais abençoado, e Deus aceita a ambos com igual prazer.

Um leigo não deve jamais imaginar que a sua tarefa humilde seja inferior ao trabalho de um ministro evangélico. Se ele permanecer na vocação em que foi chamado, o seu trabalho será tão santo quanto a obra de um ministro do evangelho. Não é o que o homem faz o que determina se sua obra é sagrada ou secular, mas o fator determinante é o seu motivo. O motivo é tudo. Depois que o crente santificar o Senhor em seu coração, daí por diante não fará mais nada como antes. Tudo quanto fizer será bom e aceitável a Deus, por intermédio de Jesus Cristo. Para um crente assim, a própria existência é um sacramento, e o mundo inteiro, um santuário. Sua vida, em todos os aspectos, será um sacerdócio. Ao executar suas tarefas, que nunca são fáceis, ouvirá vozes de serafins, que exclamam: “Santo, Santo, Santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está cheia da sua glória” (Is.6:3).

(TOZER. A.W. À procura de Deus. MG: Ed. Betânia, p.88-96)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

"Deus cumpre suas promessas quando obedecemos a seus preceitos, pois nossa obediência nos prepara para receber e desfrutar aquilo que ele tem planejado para nós".

(Pr.Wiersbe)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010


CONFERÊNCIA MISSIONÁRIA 2010

“E dessas coisas sois vós testemunhas”. (Lucas 24:48)

Missionário Heron.

SÁBADO (11/12) - O Modelo de Missões a ser seguido – 19:30h.

DOMINGO/EBD (12/12 ) - Implicações em ser uma testemunha de Jesus – 9h.

DOMINGO (12/12) - Projeto Missionário : Semeadores da Esperança.

Igreja Batista Regular Central de Mossoró

Av.Mota Neto,349. Nova Betânia. (Próximo à praça do Rotary).