quarta-feira, 10 de abril de 2013


O crescimento espiritual é conhecimento de Deus que molda o comportamento humano. Assim, a estatura da nossa fé (maturidade cristã), não deve ser medida pelo tamanho dos nossos saberes sobre Deus, mas sim, pela constância de uma conduta pessoal baseada no relacionamento com Deus. Que o Senhor nos livre de uma teologia que expande a mente, mas atrofia o coração! 

(Enquanto preparo o sermão dominical baseado em II Pe.1:1-11).

sábado, 6 de abril de 2013


Os dois cegos mendigos viram o que muitos religiosos de status não viram. Porque reconhecer que precisa de Cristo não é uma questão de capacidade física ou intelectual. Mas é preciso reconhecer que é pecador. Assim, a pior cegueira é a espiritual. É essa que não deixa o homem ver que está pecando e “o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23). A cegueira física não impede uma pessoa de ter acesso a Jesus Cristo, mas a cegueira espiritual lhe deixa dependente do pecado, lhe impedindo de ver e andar com Cristo. Mas, pela maravilhosa graça de Deus, o mesmo Jesus que fez os dois cegos verem, hoje pode fazer o pecador enxergar o próprio pecado e ver Cristo como Salvador. Pior do que ser cego, é ter a visão, mas não enxergar Cristo como Salvador. Você já pode dizer: “eu era cego e agora vejo” (Jo.9:25)?

(Enquanto preparo o sermão “Os cegos que viram Cristo”, baseado em Mt.20:29-34).

Alguns crentes hoje, mesmo tendo a visão espiritual, mas porque estão apegados as coisas desta vida, andam com passos lentos como quem tem os olhos embaçados. Estão sim na jornada cristã, porém não conseguem “voar como águia” (Is.40:31), antes vão dando passos como de tartaruga. Precisam ver com os olhos da fé e prosseguir “para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14). Estão numa situação espiritual em que precisam ouvir o conselho de Cristo e “comprar colírio para ungires os olhos, a fim de que vejam” (Ap.3:18).  

(Enquanto preparo o sermão “Os cegos que viram Cristo”, baseado em Mt.20:29-34)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013


II Reis 22 e 23 trazem uma biografia de Josias, um registro bíblico dos rastros de um rei reto realizando reformas que redundaram em reverência ao Rei dos Reis. Esse testemunho nos ensina que um jovem com compromisso espiritual pode fazer muita diferença para glória de Deus. Porque a diferença pode não estar na diferença de idade daquele que está servindo, mas a diferença que faz diferença é a do compromisso com Deus.

(Enquanto preparo mensagem do domingo 17.02.13 na IBRECEM).

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Alguns proveitos de uma compreensão da doutrina da eleição na vida cristã, com base em Ef.1:3-6:

a) Expandir nossa consciência da grandiosidade da obra da graça de Deus na nossa salvação.

b) Estimular nossa consciência de gratidão à Deus pela obra da graça na nossa salvação.

c) Reiterar nossa consciência de responsabilidade de santificação por causa da obra da graça de Deus na nossa salvação.

(Enquanto estudo Efésios caps.1-2 - para pregações no Retiro Espiritual no AMOPAZ).

terça-feira, 29 de janeiro de 2013


Quando a leitura se torna um prazer saboroso, uma biblioteca se faz espaço apropriado para saciar a fome intelectual e espiritual de nossa alma. E quando você quiser a companhia de um livro, certamente vai perceber que precisa de um espaço onde possa ficar sozinho. O pastor que não lê, terá mais dificuldade de compreender. Porque sendo a pregação uma das atividades primordiais do ofício pastoral, e a fonte da sua exposição oral o texto escrito que é a Bíblia, então, pregação, palavras e leituras, formam um tripé onde também o pastor apoiará seu ministério.

(Trecho do cap.5 da biografia de Carlos Mateus).

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

DESPERDÍCIO ESPIRITUAL.

(Expressão usada pela missionária pioneira na Birmânia, Ann Judson, em 1822).

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Mas, como que um paradoxo da autêntica espiritualidade, o cristianismo que tem se mostrado mais frutífero, não nasce no terreno do conforto e conveniência da vida cristã sem desafios à prática da fé, e sim, no solo pedregoso da realidade que coloca o cristão sob pressão, perseguição e limitações. No primeiro cenário, a experiência com Cristo se resume a estar presente em lugares e horários costumeiramente definidos, para “assistir os cultos”, produzindo o tipo de crente cujo semblante reflete comodismo, apatia e futilidade. Já no segundo cenário, a experiência com Cristo é individual, mas também coletiva, não por causa da programação da igreja, mas, porque existe relacionamento pessoal com Deus, produzindo o tipo de crente cujo semblante reflete fé, entusiasmo e perseverança.

(Trecho do capítulo 2 da biografia de Carlos Mateus).

terça-feira, 15 de janeiro de 2013


Sabemos que devemos "viver pela fé", mas nossa conduta tem mostrado que ainda estamos aprendendo a pôr em prática. Deus seja conosco!

Não fomos chamados para vivermos sabendo todos os "porquês", e sim, a "vivermos pela fé" - Hc.2:4.