DESPERDÍCIO ESPIRITUAL.
(Expressão usada pela missionária pioneira na Birmânia, Ann Judson, em 1822).
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Mas,
como que um paradoxo da autêntica espiritualidade, o cristianismo que tem se
mostrado mais frutífero, não nasce no terreno do conforto e conveniência da vida
cristã sem desafios à prática da fé, e sim, no solo pedregoso da realidade que
coloca o cristão sob pressão, perseguição e limitações. No primeiro cenário, a
experiência com Cristo se resume a estar presente em lugares e horários
costumeiramente definidos, para “assistir os cultos”, produzindo o tipo de crente
cujo semblante reflete comodismo, apatia e futilidade. Já no segundo cenário, a
experiência com Cristo é individual, mas também coletiva, não por causa da
programação da igreja, mas, porque existe relacionamento pessoal com Deus, produzindo
o tipo de crente cujo semblante reflete fé, entusiasmo e perseverança.
(Trecho do capítulo 2 da biografia de Carlos Mateus).
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
sábado, 22 de dezembro de 2012
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Encontro
Certo
dia o orgulho resolveu visitar o lar onde mora a humildade.
Levou
consigo três companhias inseparáveis: egoísmo, autopiedade e arrogância.
A
viagem tinha sido longa e desgastante, porque humildade mora longe do orgulho.
Logo
na chegada, percebendo o cansaço dos visitantes, a anfitriã providenciou outras
roupas e calçados.
Mas,
de imediato, arrogância se negou a calçar um par de sandálias de humildade.
Enquanto
isso, autopiedade, olhando somente para si, não parava de lamentar após a
jornada.
Egoísmo
não observava o que estava acontecendo. Concentrado no esforço de pegar para si
as melhores das roupas e calçados oferecidos.
Não
se sentindo bem na presença da humildade, sem mais demora, orgulho despediu-se
sem agradecer, levando egoísmo, autopiedade e arrogância.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
O homem espiritual tem grande valor para Deus. Quando Deus começou a
criação da humanidade começou criando um homem
(Adão); quando criou uma nação para se revelar as nações, começou chamando um homem (Abrão); quando libertou esse
povo do Egito, começou chamando um homem
(Moisés); quando quis mostrar Sua vontade no governo desse povo, colocou no
trono um homem (Davi); quando esse
povo precisou reconhecer que estavam desobedecendo, Deus levantou homens para anunciar julgamento e
restauração (os profetas); quando o caminho foi preparado para receber o
Salvador do mundo, Deus usou um homem
(João Batista); quando selecionou 12 pessoas para acompanharem de perto o
ministério do Messias, Deus escolheu 12 homens;
quando Sua igreja foi fundada, Deus colocou o ofício de pastor para guiar o
rebanho, então entregou esse ofício para homens;
quando a igreja enviou os primeiros missionários, Deus separou dois homens para começarem (Paulo e Barnabé –
At.13); e anunciando a salvação para os pecadores, a Bíblia diz “Porquanto há
um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em
resgate por todos” (I Tm.2:5-6).
(Enquanto preparava mensagem do próximo domingo 09 de dezembro).
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